sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Titãs: a frase atual de 40 anos atrás em "Desordem"

 


Titãs: a frase atual de 40 anos atrás em "Desordem"



A frase mais atual e, ao mesmo tempo, que já está fazendo quase 40 anos dos Titãs é "Tudo tem que virar óleo para por na máquina do estado". A frase é simples e direta, demonstrando a indignação da população com um estado cada vez mais forte, enquanto a população tem que se virar para sobreviver. O Brasil é um país com impostos altíssimos e vários cargos públicos, fazendo com que a população fique cada vez mais sem dinheiro para o básico.

Essa frase citada faz parte da faixa Desordem, um ótimo trabalho presento no disco Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas (1987).

O tempo se passou, mas a verdade segue a mesma: tudo o que o país desenvolve, acaba mais nas mãos do governo do que da população. São taxas cada vez mais altas, são valores cada vez mais absurdos para termos serviços cada vez piores. A população segue, cada vez mais, enfurecida por não ver seu dinheiro sendo valorizado. Ao mesmo tempo que enfrenta isso, tem que lidar com um poder público cada vez mais forte, tirando a liberdade da população e aumentando seus próprios salários e gastos.

Outra frase marcante é "São sempre os mesmos governantes, os mesmos que lucraram antes". O país acaba elegendo sempre as mesmas pessoas para os cargos públicos e, por algum motivo, espera resultados diferentes. Ora, se fosse para acontecer alguma melhoria real, ela já estaria presente. 

A verdade é que nosso estado está cada vez mais inchado, enquanto a população segue cada vez mais "estrangulada" pelos impostos. Se nada mudar, se o povo não mudar, se a situação não mudar, não haverá um bom futuro para o Brasil, assim como não está havendo um bom presente. Não há país que se sustente tendo um estado cada vez mais forte, cada vez maior, cada vez mais poderosos e vendo o número de assistências distribuídas pelo governo sendo maior que o número de trabalhadores: a conta não fecha.

Esse "óleo" para manter "a máquina do estado" pode nos custar caro demais.




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Breno Dallas: músico lança seu primeiro álbum solo

 

Breno Dallas: músico lança seu primeiro álbum solo

O músico Breno Dallas acaba de lançar seu primeiro álbum de estúdio. O nome desse bom trabalho é Bicho Opaco & Outros Cantos (2025), álbum que conta com 11 faixas. Algumas das músicas já haviam sido lançadas em forma de singles, porém agora o músico apresenta a obra de forma completa, com começo, meio e fim.

Quer ouvir esse álbum agora mesmo? Clique abaixo.



Se você gosta de Rock Alternativo com influências de Folk Rock, de Música Brasileira, de Indie Rock e até de Post Punk, você não pode deixar de conferir o bom trabalho de Breno Dallas. A sonoridade traz referências dos anos 80 e também dos anos 2000. As letras são bem reflexivas e falam sobre questões pessoais, trazendo pensamentos sobre a vida e sobre o cotidiano.

Além de sua carreira solo, Breno também é vocalista da banda Fino Trapo, projeto de Rock Alternativo com mais de uma década de atividade e que conta com um material bem interessante, também disponível em sua plataforma digital preferida.







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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Matanza: as amizades sem limites em "Bom é quando faz mal"

 

Matanza: as amizades sem limites em "Bom é quando faz mal"



Todo mundo tem um amigo que não tem limites para a diversão e a música Bom é quando faz mal retrata exatamente isso. Sair, sem hora para voltar; beber demais, fazer churrasco e aproveitar ao lado dos colegas: a música traz a reflexão de que é mais divertido quando "faz mal".

A letra descreve ambientes de festas e churrascos, mostrando que o que faz a diversão são as pessoas empenhadas e que não há motivos para não aproveitar cada um desses momentos. Mesmo que a sociedade julgue como algo que "faz mal", a diversão pode ser encontrada em ambientes assim, principalmente em alguns momentos especiais.

O exagero pode ser divertido em algum momento, principalmente se ele não se tornar rotina. A celebração à vida e à diversão é colocada ao máximo nesse grande clássico da banda Matanza.

Nesse clima de fim de ano é o melhor momento para poder aproveitar com os amigos esses bons ambientes, afinal quem não gosta de beber um pouco de vez em quando e comer aquele churrasco entre amigos e família?

Segundo a letra, bom mesmo é correr atrás da diversão, não importa as condições. A reflexão mais importante é: a consequência virá de qualquer jeito; vale a pena passar a vida sem se divertir? Afinal, bom, mas bom mesmo, é quando faz mal.




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quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Titãs: a banda e o flerte com o Grunge em "Titanomaquia"

 


Titãs: a banda e o flerte com o Grunge em "Titanomaquia"



A década mais importante para o Rock no Brasil foi a década de 80. Nesse período, grandes bandas surgiram por todo o país. Porém, é inegável que os amantes de Rock achavam estranho quando compravam os discos de suas bandas preferidas e não ouviam aquela intensidade das guitarras igual aos de bandas estrangeiras ou até iguais às das apresentações ao vivo. E isso realmente aconteceu muito no Brasil.

O país não foi moldado pelo Rock, sempre foram outros estilos que ditaram as regras por aqui, principalmente a MPB. Sendo assim, as gravações aqui soavam bem mais amenas do que os shows ou do que as bandas queriam que fosse.

Os Titãs já haviam gravados bons álbuns com bastante intensidade nos anos 80, principalmente trabalhos como Cabeça Dinossauro (1986) e Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas (1987). Mas, mesmo assim, a mixagem desses trabalhos não conseguiu entregar exatamente o que a banda apresentava ao vivo: agressividade.

Com a virada para os anos 90 e o sucesso do Nevermind (1991) do Nirvana tocando em várias rádios no Brasil, bandas daqui começaram a ganhar um respaldo maior para deixarem seus sons mais agressivos. Nessa época, o Barão Vermelho lançou Supermercados da Vida (1992) e Carne Crua (1994) por exemplo. Então, os Titãs vieram com um disco que trouxe uma sonoridade bem intensa e agressiva: o Titanomaquia (1993).

Contando com músicas como Será que é isso que eu necessito, Nem Sempre se pode ser Deus, Hereditário e Disneylândia, esse disco trouxe uma sonoridade que flertava com elementos do som que estava fazendo sucesso nos EUA, principalmente de bandas surgidas do entorno de Seattle. Para que o som trouxesse essa referência mais acentuada, a banda fez a produção com Jack Endino, produtor responsável pelo Bleach (1989) do Nirvana, além de discos do Mudhoney e também do Soundgarden.

O Titanomaquia (1993) não vendeu tanto quanto discos anteriores, mas segue sendo referência para a banda quando estamos falando de sonoridade agressiva. O álbum trouxe uma mixagem bem intensa e mostrou o que a banda era capaz de fazer com uma boa produção. A banda flertou com o Grunge nesse disco e registrou grandes músicas que são referências do estilo até os dias de hoje.




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segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Breno Dallas: ouça "Pensamento", novo single do músico

 


Breno Dallas: ouça "Pensamento", novo single do músico


O músico Breno Dallas chega com seu mais novo single. O nome do trabalho é Pensamento (2025) e você já pode ouvi-lo em todas as plataformas digitais.

Ouça o single Pensamento (2025) agora mesmo clicando abaixo.



A música traz uma sonoridade de Rock com bastante groove e com nuances diferentes ao longo da faixa. O trabalho traz influências de Funk Rock, Classic Rock e também de Rock Alternativo. A melodia é leve e muito bem levada pela voz, sendo acompanhada pelo ótimo riff de guitarra.

A letra é existencialista e questionadora: qual é o limite do ser humano de pensar? Será que pensamos demais? A reflexão é marcante e apoiada pelas diferentes nuances da música que refletem as oscilações de humor e de pensamento das pessoas.

O single fará parte do próximo álbum do músico, trabalho que será lançado em breve.



Para saber mais sobre a carreira de Breno Dallas, basta clicar nos links abaixo.

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Pearl Jam: a maldição de "Alive"

 


Pearl Jam: a maldição de "Alive"



Você, com certeza, já ouviu e até cantou junto o refrão dessa marcante música lançada pelo Pearl Jam, a Alive. Mas, o que talvez você não saiba é que ela não se trata de uma comemoração pela vida ou gratidão; o que Eddie Vedder na verdade estava dizendo é que estar vivo, para ele, era uma maldição.

A letra da música não é toda autobiográfica. Além disso, ela se junta com Once e Foot Steps e todas juntas formam uma trilogia, uma história contada em três partes. Porém, a motivação dessa letra pode ter sido algo vivido pelo próprio Eddie quando ainda era jovem.

Acontece que ele não se dava muito bem com seu pai. Porém, depois de um tempo, sua mãe veio lhe contar que aquela pessoa com quem Eddie viveu até aquele momento era, na verdade, seu padrasto. Isso foi um certo alívio para ele, porém o pior ainda viria: seu pai verdadeiro estava morto.




Vedder até chegou a conhecê-lo, mas não sabia que se tratava de seu verdadeiro pai. A dor que ele sentiu foi muito grande porque ele não teve a oportunidade de conviver com ele. Ele até chegou a conhecê-lo tendo sido apresentado como um "amigo da família", porém foi um contato distante.

Para deixar a identificação entre os dois ainda mais marcante: o verdadeiro pai de Eddie era músico e tinha algumas faixas lançadas em vinil; Vedder teve acesso às músicas e até fez uma homenagem a seu pai em um de seus trabalhos solos.

O lado positivo dessa história é que, ao ver o público cantando a plenos pulmões esse refrão, Vedder deu-lhe um novo significado: era sim uma bênção estar vivo, apesar de tudo. Hoje, a música para ele tem uma nova sensação e uma nova mensagem. Nada vai apagar a dor que ele sentiu quando soube de tudo, mas estar vivo e poder contar essa história e viver sua vida fazendo algo que ama pode ser um ótimo capítulo a ser vivido.





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